Carlos Bulhão, presidente desta associação, afirma que o Maria Eugénia é o último barco de cabotagem de vela ainda em condições para ser trabalhado. Uma primeira fase já permitiu o restauro do casco, ao abrigo de verbas provenientes do programa comunitário Interreg III, mas devido “ao estado de degradação, o orçamento disponível foi todo gasto naquela recuperação”.
Falta restaurar o resto do barco e a associação procura conseguir o resto do financiamento ao ganhar fundos europeus, a partir do novo Quadro Comunitário.
«A nossa ideia era e é pôr o barco a navegar à vela e transformá-lo num barco escola para treino no mar das nossas crianças, da nossa juventude, no sentido de ensinar a atividade marítima», afirmou o presidente da associação, Carlos Bulhão Pato, em declarações à Lusa.
As actividades escolares que a associação pretende ensinar neste barco incluem História, Biologia, Navegação e Observação de Vida Selvagem.
- A quase sempre esquecida Escola Náutica de uma dita Nação Marítima
- Dos muitos desafios do IH à falta de visão política para o Mar
- Singularidade e Excelência na Oceanografia em Portugal
- O Desinteresse de Portugal pela Arqueologia Marítima
- Tiago Pitta e Cunha distinguido com Prémio Pessoa 2021
- Em salvaguarda e valorização do nosso património marítimo
- Virgílio de Carvalho – Cumprir Agora Portugal
- O Mar, a Liga Naval e quanto em Portugal nunca muda…












