Terminou ontem o período de lei marcial instaurada pelo Presidente Poroshenko na sequência de um incidente armado com a Rússia no Mar de Azof, mas a Ucrânia não conta repor a medida
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A Ucrânia não vai renovar a instauração da lei marcial decretada em 25 de Novembro na sequência da apreensão de três navios e aprisionamento de vários marinheiros pela Marinha russa no Mar de Azof, anunciou o Presidente ucraniano Poroshenko, em declarações do Conselho de Segurança das Nações Unidas, ontem, no dia em que terminou a vigência da medida.

Segundo vários meios de comunicação, na sua declaração, o Presidente ucraniano, que oportunamente decretou a medida em zonas fronteiriças com território russo, fez referência ao que classificou como “ataque em larga escala da Rússia”, em resultado do qual vários marinheiros ucranianos permanecem sob custódia de Moscovo. A instauração da lei marcial também se traduziu na interdição da entrada a Ucrânia de homens russos entre os 16 e os 60 anos.

 



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