Onde o Piloto de D. João II que enfrentava destemidamente o Mostrengo: «Aqui ao leme sou mais do que eu: Sou um Povo que quer o mar que é teu»? Porquê esta subsunção à União Europeia? Não devíamos saber melhor defender os nossos interesses, como advoga Fátima Castro Moreira? Saber impor a nossa visão de afirmação de soberania, como sucede em relação aos Cabos Submarinos, como propõe Duarte Lynce de Faria? E não devíamos compreender o nosso enquadramento competitivo, como salienta João Dotti de Carvalho? Decidimos enfrentar que se impõe enfrentar ou continuamos a subsumir-nos aos interesses dos poderosos da União Europeia, sem mais, simplesmente?


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«Foi Portugal que deu ao Mar a dimensão que tem hoje.»
António E. Cançado
«Num sentimento de febre de ser para além doutro Oceano»
Fernando Pessoa
Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
Vergílio Ferreira
Só a alma sabe falar com o mar
Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
Paráfrase a Alexandre O’Neill