Onde o Piloto de D. João II que enfrentava destemidamente o Mostrengo: «Aqui ao leme sou mais do que eu: Sou um Povo que quer o mar que é teu»? Porquê esta subsunção à União Europeia? Não devíamos saber melhor defender os nossos interesses, como advoga Fátima Castro Moreira? Saber impor a nossa visão de afirmação de soberania, como sucede em relação aos Cabos Submarinos, como propõe Duarte Lynce de Faria? E não devíamos compreender o nosso enquadramento competitivo, como salienta João Dotti de Carvalho? Decidimos enfrentar que se impõe enfrentar ou continuamos a subsumir-nos aos interesses dos poderosos da União Europeia, sem mais, simplesmente?
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