Se é certo ninguém poder ignorar o que sabe também ninguém pode dar a devida importância a quanto verdadeiramente importa se ignora _ o drama que permanece actual no que respeita ao nosso Mar.
Ilhas Paracel
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Quem pensa no Mar sabe a importância que o Mar tem para o futuro de Portugal mas, muitos mais, até porque o Mar sempre aqui esteve e sempre aqui continuará, tanto quanto seja possível prever, pelas mais compreensíveis razões, incluindo as urgências em que o mundo moderno sempre todos envolve, não raramente todos afastando e distraindo de quanto mais importa, não terão ainda olhado com verdadeiros olhos e atendido devidamente à importância que o Mar tem para o futuro de Portugal.

Tornar os Portugueses cada vez mais conscientes da importância do Mar para Portugal, sempre foi, desde início, um dos principais objectivos, ou missão, como hoje se diz também, do Jornal da Economia do Mar, por três principais ordens de razão.

Em primeiro lugar porque, sendo de tão crucial importância o Mar para o futuro de Portugal, a nenhum Português será lícita a inconsciência da mesma crucial importância do Mar para Portugal.

Logo depois porque, se queremos que os Portugueses sejam verdadeiramente Portugueses, todos sabemos também da impossibilidade de haver quem quer que seja que verdadeiramente Português seja, sem primordial e plena consciência da crucial importância do Mar para o futuro de Portugal, verdadeira condição sine qua non para qualquer Português verdadeiramente Português ser.

Finalmente porque, querendo que Portugal assuma verdadeira e decisivamente a crucial importância que o Mar tem para o seu futuro, tendo e assumindo os nossos políticos a correspondente responsabilidade e consequente acção, importa e é crucial que tenham e assumam a plena consciência da plena consciência da pela consciência que os Portugueses têm e assume já da crucial e decisiva importância do Mar para o seu futuro, para o futuro de Portugal.

Que o Jornal da Economia do Mar já se encontra plenamente estabelecido e implantado nos meios e actividades que, de uma forma ou outra, se encontram já relacionados com os Assuntos do Mar, não oferece dúvida.

Que o Jornal da Economia do Mar tem conseguido ir, pouco a pouco, mais além do mais estrito círculo de quem, de uma forma ou outra, se encontra já relacionados com os Assuntos do Mar, tampouco dúvida alguma oferece.

Que é necessário ir, e chegar, muito mais além, também não.

Nesse sentido, tem o Jornal da Economia do Mar vindo a publicar, ao longo dos últimos meses, alguns artigos de Opinião no Jornal «Observador», sempre centrados, como não poderia deixar de ser, na crucial importância do Mar para o futuro de Portugal, embora não deixando de terem alguns  dos artigos um carácter mais aberto e até um pouco mais abertamente político, como cumpre, mas procurando ampliar e estender essa mesma consciência da crucial importância do Mar para o futuro de Portugal, a um crescente número de novos leitores, despertando a Alma Marítima adormecida de mais Portugueses.

Afigura-se-nos um passo de crucial e decisiva importância para o futuro do Mar e para o futuro de Portugal e para uma crescente e necessária consciência da crucial e decisiva importância do Mar para o futuro de Portugal não se confinar e restringir a uma questão de ordem meramente económica, o que já não seria pouco, mas, acima de tudo, também de crucial e decisiva importância Geopolítica, Geoestratégica e até no que vulgarmente se refere como de Identidade.

Por isso, também o nosso profundo reconhecimento ao «Observador», pela real compreensão da crucial e decisiva importância do Mar para o futuro de Portugal, e ao seu Publisher, José Manuel Fernandes.

Populismo, Portugal e o Mar



Um comentário em “O Jornal da Economia do Mar no Observador”

  1. Francisco Azevedo Coutinho diz:

    Muito bem!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Próximos eventos

  1. Selvagens Ilhas Afortunadas

    Junho 6
«Foi Portugal que deu ao Mar a dimensão que tem hoje.»
António E. Cançado
«Num sentimento de febre de ser para além doutro Oceano»
Fernando Pessoa
Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
Vergílio Ferreira
Só a alma sabe falar com o mar
Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
Paráfrase a Alexandre O’Neill