O condicionamento mental em que vivemos é tão dominante que não deixa sequer de afectar não só as mais inesperadas figuras como mesmo muitos daqueles que temos como dos mais lúcidos e mais brilhantes analistas políticos Portugueses da actualidade, cegando-os para o Mar...
MAR MOTTO
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone


2 comentários em “Mar e condicionamento mental”

  1. Pedro diz:

    Se não houver pensamento concertado para 10, 20 e 30 anos temos a mediocridade. Todos os objetivos que foram politicamente prosseguidos durante 30 anos, alçaram-nos aos primeiros lugares mundiais, desde a mortalidade infantil ao futebol. Posto isto, é impensável que a Educação, a Justiça, as Forças Armadas, et caetera, se projetem sem profundidade histórica.

  2. Manuel Lima Carneiro diz:

    Paz e amor – “Em termos holísticos, a segurança marítima pode ser entendida como um estado desejado no domínio marítimo global, no qual as disputas marítimas são resolvidas por meios pacíficos, o direito internacional e a legislação nacional são respeitados e aplicados, a liberdade de navegação é garantida e os cidadãos, as infraestruturas, o transporte, o ambiente e os recursos marinhos são protegidos”, da ENM2030, página 35.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

«Foi Portugal que deu ao Mar a dimensão que tem hoje.»
António E. Cançado
«Num sentimento de febre de ser para além doutro Oceano»
Fernando Pessoa
Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
Vergílio Ferreira
Só a alma sabe falar com o mar
Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
Paráfrase a Alexandre O’Neill