Esta foi a conclusão de um inquérito da firma de advocacia Jones Walker, que também revelou que o problema é mais grave nas pequenas empresas, pois estas muitas vezes nem sequer tomam conhecimento de ter sido atacadas e quase não investem em cibersegurança
Porto de Chabahar
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Cerca de dois terços de empresas norte-americanas da indústria marítima consultadas num inquérito sobre cibersegurança admitiram não estar preparadas para se defenderem de um roubo de dados, refere o Maritime Executive. O inquérito foi divulgado pelo escritório de advocacia Jones Walker, especializado em Direito Marítimo, e incidiu sobre 117 empresas dos principais segmentos da indústria, com resultados considerados desanimadores.

O documento concluiu ainda que 40% dos inquiridos admitiu ter sofrido um ataque informático no último ano. Concluiu igualmente que 30% das grandes empresas reconheceram ter sido atacadas no último ano, mas que nenhuma das pequenas empresas o admitiu, excepto num caso.

O que coloca a questão de saber se as pequenas empresas têm sequer a capacidade de detectar que são atacadas. Cerca de 14% destas empresas admitiram não saber se tinham sofrido um ataque informático. Um problema que pode estar relacionado com orçamentação, pois 10% das empresas inquiridas, quase todas pequenas empresas, referiram não gastar dinheiro em cibersegurança.

 



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