Correndo o risco de deixar de ser Património Mundial devido ao agressivo tráfego que tem registado, a cidade quer “recuar” e limitar o acesso a dois navios e 5 mil visitantes por dia, no próximo ano.
Dubrovnik
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Em resposta ao crescimento abrupto do movimento na cidade de Dubrovnik, na Croácia, Mato Frankovic, o presidente da Câmara local, anunciou recentemente que quer gerir o sucesso da cidade como destino de cruzeiros, restringindo o acesso à mesma. Uma das novas medidas será permitir apenas a entrada a dois navios e 5 mil visitantes por dia, já em 2019.

 

De forma a agilizar o movimento na cidade, a autarquia está igualmente a trabalhar com a Cruise Lines International Association para optimizar horários. “Organizámos um cronograma mais apurado de chegadas e partidas para navios de cruzeiro, melhorando significativamente o fluxo de visitantes para a Cidade Velha de Dubrovnik”, referiu Frankovic.

 

Nos últimos anos, a cidade foi palco de um enorme crescimento de tráfego, impulsionado, em parte, pelo seu cenário e pela própria fama, bem como pelo sucesso internacional da série televisiva «Game of Thrones», parte da qual foi filmada na cidade.

 

Note-se também que a UNESCO alertou Dubrovnik do risco que corre de deixar de ser Património Mundial, se não controlar o número de visitantes, pelo que a organização pediu à cidade que desenvolva uma estratégia de turismo para ultrapassar tal situação.



Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Próximos eventos

De momento não existem próximos eventos.

«Foi Portugal que deu ao Mar a dimensão que tem hoje.»
António E. Cançado
«Num sentimento de febre de ser para além doutro Oceano»
Fernando Pessoa
Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
Vergílio Ferreira
Só a alma sabe falar com o mar
Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
Paráfrase a Alexandre O’Neill