A intervenção custa quase 282 mil euros, tem um prazo previsto de 45 dias e envolve a dragagem de 43.500 m3 de materiais
Mútua dos Pescadores
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A Docapesca já começou a dragagem de manutenção de fundos do rio Gilão, em Tavira, para “garantir as cotas de fundo necessárias à salvaguarda das condições de segurança para a navegação, abastecimento e estacionamento nessa área”, refere a empresa em comunicado, sublinhando que a operação representa um investimento de 281.650 euros.

A realizar “entre o edifício da lota e a ponte rodoviária a nascente”, esta intervenção “tem um prazo de execução de 45 dias e os materiais a dragar terão um volume máximo estimado de 43.500 m³”, refere a Docapesca.

“Os trabalhos visam recuperar as cotas mínimas de serviço imprescindíveis à operacionalidade de estacionamento e descarga do pescado em lota, sendo também essenciais para o Projecto de Reordenamento das Embarcações no Rio Gilão, que inclui a implantação de estruturas (plataformas) de acostagem ao longo da margem direita do rio, entre o Mercado da Ribeira e a Ponte dos Descobrimentos”, esclarece a empresa.

Tais “estruturas incluem cinco cais, designadamente, para o desembarque do pescado, para operação das empresas marítimo-turísticas, para o embarque para a ilha de Tavira, para embarcações de pesca profissional e para abastecimento de combustível”, no âmbito de “acções de requalificação do espaço urbano que o Município de Tavira tem promovido, em particular na frente ribeirinha do Gilão”, refere a Docapesca.

 

 



Um comentário em “Docapesca começou dragagens do Gilão”

  1. Avelino Freitas diz:

    Bem necessárias.

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