A tensão entre os dois países levará a uma reorganização das rotas comerciais, pelo menos, até à reunião com os respectivos Presidentes, no final deste mês, em Buenos Aires.
Alex Hungate
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Devido à guerra comercial entre os Estados Unidos da América e a China, há rotas de carga que serão reorganizadas. Segundo o presidente e CEO de soluções de catering da SATS (que opera em mais de 60 localidades de 13 países na Ásia e no Médio Oriente) Alex Hungate, citado no Helenic Shipping News, “vimos definitivamente um impacto em certas rotas de comércio”.

Embora se notem “fluxos fortes” entre países da Associação das Nações do Sudeste Asiático e da China, os volumes de comércio na Grande China, que incluem a China continental, Hong Kong, Macau e Taiwan, estão “mais suaves”, referiu Alex Hungate. Pelo que a China será o país mais sensível a esta guerra.

No entanto, já está convocada uma reunião para o final do mês entre o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Presidente da China, Xi Jinping, em Buenos Aires, para esclarecer e aliviar as tensões deste conflito.



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