Criadas num contexto de combate ao contrabando e com incidência na importação, algumas regras estão a prejudicar a competitividade dos portos malaios face a portos estrangeiros concorrentes. Motivo para que o Governo malaio tencione aliviar as regras no segmento do transhipment, que não envolve directamente importação
Porto de Chabahar
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A Malásia pretende abolir algumas regras criadas para combater o contrabando, mas que estão a dificultar a competitividade dos seus portos face a concorrência de portos estrangeiros, especialmente o de Singapura, considerado o terceiro maior do Sudeste Asiático em movimentação de contentores.

As regras em causa incidem sobre licenças relativas a importação e, de acordo com o ministro malaio dos Transportes, Anthony Loke Siew Fook, ao contrário do que ele próprio imaginava que pudesse ocorrer, estão a afectar a competitividade no segmento do transhipment.

Como o transhipment não envolve carga destinada ao mercado local, mas apenas o seu armazenamento e transporte para outros países, não se justificam as mesmas restrições aplicáveis às importações, pelo que deverão deixar de ser aplicadas a essa mercadoria, considerou Anthony Loke Siew Fook.



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