O recurso a medidas anti-concorrenciais, que a União Europeia e o Japão criticaram, gerou resultados melhores do que os previstos pela indústria de construção naval sul-coreana em 2018
Benjamin Netanyahu
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Este ano excedeu as expectativas dos construtores navais sul-coreanos, refere a agência noticiosa da Coreia do Sul Yonhap com base em informações das empresas do sector, citada pelo Safety4Sea. As encomendas obtidas este ano pelos estaleiros, especialmente no segmento dos navios tanque para gás natural liquefeito (GNL), aumentaram 20% face ao ano anterior, refere a publicação.

Depois de anos menos positivos para os estaleiros sul-coreanos, afectados pelo excesso de tonelagem no mercado, baixa dos preços do petróleo, diminuição do número de encomendas, crise de 2008 e concorrência chinesa, 2018 foi um ano de boas notícias, embora graças a soluções fortemente criticadas no exterior por subversão das regras da livre concorrência, como o apoio público à indústria naval por parte do Governo de Seul.

Como já referimos neste jornal, os três grandes estaleiros do país – Hyundai Heavy Industries (HHI), Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering (DSME) e Samsung Heavy Industries (SHI) – quase cumpriram integralmente as suas metas para este ano.

A HHI garantiu encomendas no valor de 11,7 mil milhões de euros, ultrapassando o objectivo de 11,5 mil milhões de euros, a DSME assegurou contratos estimados em mais de 90% da sua meta de 6,4 mil milhões de euros e a SHI obteve encomendas que satisfazem mais de 70% do seu objectivo de 7,2 mil milhões de euros.

 



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