Hapag-Lloyd
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A Hapag-Lloyd, a quinta principal empresa mundial de transporte marítimo, segundo a Alphaliner, e membro da THE ALLIANCE, que reúne também a NYK Line, MOL, “K” Line e a Yang Ming Line, apresentou resultados operacionais positivos no final do primeiro trimestre deste ano, apesar do aumento dos preços das operações de bunker.

Segundo a empresa, o volume de transporte aumentou 6,8% face ao mesmo período de 2016, para 1.9 milhões de TEU, o que, associado aos efeitos das taxas de câmbio, fez aumentar as receitas em 10,4%, para 2,13 mil milhões de euros.

O EBITDA (earnings before interest, taxes, depreciation and amortization, ou seja, lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) melhorou 6,4%, para 131,1 milhões de euros face ao mesmo período de 2016, e o EBIT (earnings before interest and taxes, ou seja, resultados antes de juros e impostos) fixou-se em 3,5 milhões de euros, contra 4,8 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

Já o resultado líquido da empresa foi de 62,1 milhões de euros negativos, pior do que no mesmo período do ano anterior (em 2016 foi de -42,8 milhões de euros).

De acordo com Rolf Habben Jansen, CEO da Hapag-Lloyd AG, durante o primeiro trimestre, a empresa esteve orientada nos preparativos para a fusão com a United Arab Shipping Company (USAC) e a implementação da nova aliança em que a empresa está integrada, a THE ALLIANCE.

“O lançamento da THE ALLIANCE correu bem e a fusão com a USAC em breve estará concluída”, referiu Rolf Habben Jansen, acrescentando que depois da fusão, “a prioridade será integrar a USAC na Hapag-Lloyd depressa e obter sinergias iniciais com a fusão”.



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