O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar Branco, anunciou a construção de dois navios patrulha oceânica, no âmbito da nova Lei da Programação Militar (a última datava de 2006), prevendo-se que a mesma venha a ter lugar nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, subconcessionados à West Sea.
Recorde-se que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), empresa pública em fase de extinção, construíram anteriormente dois navios para a Marinha Portuguesa num investimento de cerca de 100 milhões de euros: o NRP Viana do Castelo entregue a 2011 e o NRP Figueira da Foz em 2013.
A construção destes dois navios foi parte de uma encomenda inicial de oito navios, assumida em 2004 pelo Ministério da Defesa e, entretanto revogada pelo actual executivo, para substituir a frota de corvetas com 40 anos de serviço.
Efectivamente, os navios patrulha oceânica têm como principais missões a garantia da segurança e autoridade do Estado e missões de interesse público (nas quais se encontram, por exemplo, o apoio humanitário na sequência de desastre natural) nas áreas de jurisdição ou responsabilidade nacional. São navios com grande capacidade para operar em alto mar e enfrentar condições de mar adversas, possuindo uma autonomia considerável que lhes permite permanecer no mar em missão, sem necessidade de apoio logístico durante largos períodos de tempo.
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