Entre outros motivos, a FNSTP quer discutir a dignidade das condições de trabalho com Ana Paula Vitorino, a quem consideram responsável pela estratégia de competitividade portuária, onde consideram enquadrar-se as suas exigências
Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores Portuários
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A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores Portuários (FNSTP) solicitou com carácter de urgência uma audiência à ministra do Mar para debaterem as suas pretensões, na sequência da realização da sua Assembleia Geral.

Em comunicado, a FNSTP reclama a “implementação de regimes efectivos de formação profissional, de segurança no trabalho e de protecção da estabilidade de emprego, nomeadamente no quadro de reestruturações empresariais que ocorram no mercado dos serviços portuários, inclusive por efeito de processos de concessão em regime de exploração comercial da actividade operacional portuária”.

Ali se reclamam igualmente “medidas sociais decorrentes do desgaste prematuro dos trabalhadores portuários mais idosos em consequência directa do desempenho da sua actividade em ambiente de penosidade horária e funcional no desempenho da sua profissão ao longo de dezenas de anos consecutivos”.

Para os sindicatos, estas e outras medidas “não só se tornam patentemente justificadas, como também comprovadamente favorecentes de sensíveis ganhos de eficiência e de operacionalidade no trabalho, a bem da competitividade dos respectivos portos”. Com este argumento, associado à resolução de Conselho de Ministros que comete à ministra do Mar a responsabilidade pela implementação da estratégia para o aumento da competitividade dos portos, a FNSTP reforça o seu entendimento de que as medidas são justificadas.

 



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