Abate nas Ilhas Faroe, embora fora da UE, com apoio de agentes oficiais dinamarqueses, responsabiliza Dinamarca pelo acto, entende a organização
Sea Shepherd Netherlands
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A organização de conservação do ambiente marinho Sea Shepherd Netherlands requereu à Comissão Europeia (CE) a instauração de um procedimento contra a Dinamarca por facilitar o abate de baleias-piloto e outros cetáceos nas Ilhas Faroe, um território sob dependência dinamarquesa mas exterior à União Europeia (UE) e, como tal, isento do cumprimento das regras da UE.

O pedido foi feito com o apoio de 27 membros do Parlamento Europeu (PE) e, segundo a organização, inclui provas demonstrativas de que elementos da polícia, marinha e serviços aduaneiros da Dinamarca terão facilitado e até participado activamente numa prática conhecida por The Grind, que consiste no abate das baleias nas praias das Ilhas Faroe, depois de terem sido para ali conduzidas com recurso a embarcações a motor.

De acordo com a organização, esta prática decorre todos os anos de Junho a Novembro, inclusive, e terá provocado a morte de centenas de baleias-piloto, violando a directiva da UE sobre Conservação dos Habitats Naturais e sobre Fauna e Flora Selvagens.

A organização entende que, apesar de as Ilhas Faroe não integrarem a UE, a participação de agentes dinamarqueses no abate responsabiliza a Dinamarca pela sua prática.



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