O caso remonta a 2013, quando a Rússia apreendeu um navio da organização com tripulantes a bordo, na sequência de uma acção de protesto numa plataforma petrolífera russa. Agora, Moscovo aceitou indemnizar Amsterdão em 2,7 milhões de euros, metade daquilo a que fora condenada há dois anos por um Tribunal internacional
Arctic Sunrise
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A Rússia chegou a acordo com a Holanda para o pagamento de 2,7 milhões de euros de indemnização compensatória pela apreensão ilegal do navio Arctic Sunrise, da organização Greenpeace, e detenção dos seus 30 tripulantes (28 activistas e dois jornalistas), em 2013.

O caso remonta de facto a Setembro de 2013, quando a Greenpeace levou a cabo uma acção de protesto na plataforma flutuante de exploração petrolífera da Gazprom, na região de Pechora, na sequência da qual a Rússia apreendeu o navio e deteve os tripulantes no Mar de Barents.

Levados para Murmansk, com dois jornalistas, os tripulantes e estes estiveram detidos por dois meses. O navio, de bandeira holandesa, seria libertado oito meses depois da apreensão. Em Julho de 2017, um Tribunal internacional condenou a Rússia a pagar 5,4 milhões de euros em danos à Holanda, mas Moscovo não reconheceu a decisão, pelo menos numa fase inicial.



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