A Royal Caribbean Cruises apresentou os resultados recorde no segundo trimestre, atingindo receitas globais na ordem dos 370 milhões de dólares, representando também um crescimento na casa dos 60% em relação a igual período de 2016.
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

Os bons resultados atingidos pela Royal Caribbean Cruises no segundo trimestre permitem, inclusive, rever em alta as previsões para 2017, de acordo com Richard D. Fain, Presidente e CEO da empresa.

Ainda segundo Fain, os bons resultados devem-se sobretudo à crescente procura dos mercados da América do Norte e da Europa, permitindo inclusive um aumento dos respectivos preços, com uma taxa de ocupação também recorde na casa dos 95%.

Ainda de acordo com o Presidente da Royal Caribbean, o único mercado a sofrer um pequeno rerocesso respeita ao mercado Chinês dadas as restrições impostas pelo Governo de Pequim aos Cruzeiros para a Coreia do Sul como retaliação pela implantação, em conjunto com os Estados Unidos, do conhecido Sistema de Defesa de Mísseis Balísticos para a Península Coreana.

Em termos genéricos, a Royal Caribbean dispõe actualmente de uma liquidez na casa dos dois mil milhões de dólares, mantendo um ambicioso plano de investimentos em novos navios até 2021, orçado em 9,5 mil milhões de euros, tendo em vista aumentar a sua capacidade até essa data a uma taxa de crescimento entre 3 a 8% ao ano.



Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Próximos eventos

De momento não existem próximos eventos.

«Foi Portugal que deu ao Mar a dimensão que tem hoje.»
António E. Cançado
«Num sentimento de febre de ser para além doutro Oceano»
Fernando Pessoa
Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
Vergílio Ferreira
Só a alma sabe falar com o mar
Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
Paráfrase a Alexandre O’Neill