Paira uma aura de optimismo entre os negociadores, mas o desfecho do diálogo permanece incerto, tal como a economia mundial, que está refém desta disputa comercial
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Na última Sexta-feira, a agência noticiosa chinesa Xinhua anunciou que o vice-Primeiro-Ministro chinês, Liu He, admitiu que o diálogo comercial entre a China e os Estados Unidos “chegaram a um novo consenso” sobre o conflito comercial que os opõe e que ambas as partes irão prosseguir as negociações para “alcançar mais progressos”.

Um dia antes, Donald Trump mostrara-se optimista sobre a possibilidade de um entendimento com Pequim, mas não anunciou qualquer cimeira para a assinatura de um acordo. O Presidente norte-americano considerou que em quatro semanas essa questão ficaria clarificada, mas continua a reclamar modificações no sistema económico chinês e a negar a assinatura de um acordo que não satisfaça os interesses do seu país.

Apesar do optimismo demonstrado pelas duas partes e de alguns progressos, o resultado destas negociações, que têm sido difíceis e são determinantes para o futuro da economia mundial, permanece incerto.



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