Considerando que foram mal interpretados, os autores de um documento dirigido à IMO em Agosto (países e organizações) vieram agora esclarecer que não querem adiar as novas regras sobre combustíveis marítimos previstas para depois de 2020
International Underwriting Association
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As Bahamas, a Libéria, as Ilhas Marshall, o Panamá, bem como as organizações BIMCO, INTERCARGO e INTERTANKO vieram esclarecer que, ao contrário do que foi percepcionado e divulgado, não pretendem adiar a entrada em vigor das regras sobre o teor de enxofre nos combustíveis marítimos impostas pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla inglesa) a partir de 2020.

Vários meios de comunicação internacionais deram conta deste esclarecimento, recordando que estes países e estas organizações subscreveram um documento, em 31 de Agosto, dirigido ao Comité de Protecção do Meio Ambiente Marinho (Marine Environmental Protection Committee, ou MEPC) 73 (alusivo à 73ª sessão) da IMO, que reunirá entre 22 e 26 de Outubro deste ano.

Nesse documento, intitulado «Implicações de segurança e respectivos desafios associados aos combustíveis obrigatórios em 2020», os autores fizeram considerações sobre as implicações de segurança relacionadas com a transição imposta pela IMO. E propuseram um período experimental (experience-building phase), destinado a reunir dados detralhados com o objectivo de tornar a implementação das regras da IMO mais transparente depois de 2020.

Conforme vêm agora esclarecer, os subscritores não definiram um prazo para esse período experimental, que optaram por deixar em aberto, nem tentaram alterar a solução da IMO, e reforçaram o seu compromisso com os objectivos ambientais estabelecidos pela organização.



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