A ONE Portugal, resultado da fusão da K. Line, MOL e NYK, atingiu um crescimento de 30% no primeiro ano de operação em Portugal, sendo responsável pelo transporte de 60 mil TEU.
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A ONE Portugal, Ocean Network Express, resultado da fusão de três importantes armadores Japoneses, K. Line,  MOL e NYK, acabou de apresentar os resultados do seu primeiro ano de actividade em Portugal, apresentando um crescimento de 30% em relação a igual período do ano anterior, ainda apenas enquanto K. Line.

No mesmo período, de 1 de Abril de 2018 a 1 de Abril de 2019, a ONE Portugal foi responsável pelo transporte de 60 mil TEU, devendo-se o respectivo crescimento a um incremento dos movimentos de transporte na rota Ásia-Europa.

Para Isabel Azeredo, Directora-Geral da ONE Portugal, «o balanço do primeiro ano de operação é muito positivo, tendo em conta não apenas as expectativas e objectivos, sendo importante, com certeza, crescer neste primeiro ano relativamente à K. Line, mas também garantir a estabilidade de processos e consolidar a fusão das equipas, de forma a continuar a oferecer um serviço único e diferenciador».

Ainda segundo Isabel Azeredo, a ONE Portugal mantém os serviços anteriormente disponibilizados pela K. Line Portugal, reforçando no enanto a aposta nos serviços de short sea que lhe têm permitido conquistar cada vez mais clientes no norte da Europa e na Escandinávia, bem como nos serviços de deep sea, sobretudo no que respeita ao mercado dos Estados Unidos da América e do Extremo Oriente.
Para os bons resultados alcançados no último ano, a Directora-Geral da ONE Portugal destaca a prioridade conferida à importância de poder oferecer um serviço cada vez mais personalizado, de alta qualidade, fiável e inovador, reflectido no investimento realizado em capital humano, contando agora a empresa como cerca  de 30 colaboradores permanentes.

Em relação às perspectivas para o próximo ano, Isabel Azeredo vê-as como animadoras, não deixando, no entanto, de destacar haver também desafios a ter em conta, como, «desde logo, a necessidade de aumentar a capacidade dos portos, adequando as infra-estruturas e equipamentos ao aumento da dimensão dos navios, assim como maior agilidade e rapidez de decisão e execução, como forma de não perdermos o momento e a oportunidade de quem quer investir na nossa indústria. Queremos trazer navios de maior capacidade quer para Lisboa, quer para Leixões, assim como continuar a operar no Porto de Lisboa, sendo necessário garantir estabilidade neste porto. Impõe-se ainda um serviço ferroviário mais eficiente, dinâmico e competitivo num mercado cada vez mais concorrencial».

Para manter o mesmo ritmo de crescimento e consolidar o posicionamento da ONE no mercado nacional, Isabel Azeredo sublinha querer «continuar a contribuir para o crescimento das exportações, ajudando a nossa indústria e os nossos exportadores a fazer chegar aos quatro cantos do mundo o que de melhor se produz no país. Acima de tudo _ adianta ainda _, pretendemos ser parte activa do sonho de tornar Portugal um ponto de transhipment de excelência nas principais rotas marítimas que cruzam o Atlântico no sentido norte/sul e este/oeste, sendo para isso indispensável o envolvimento, a colaboração, o empenho, o trabalho e o entusiamo de todas as partes envolvidas».

«Mais do que ser o maior armador no mercado», sublinha ainda Isabel Azeredo, a ONE quer ser uma das referências no sector».



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