Que não há Segurança Marítima sem Direito, que o Direito não é cousa apenas de juristas e a todos importa a Segurança Marítima como a todos deve importar o Direito, a dever ser considerado, quem sabe, um novo ramos autónomo do próprio Direito, é o que nos ensina Duarte Lynce de Faria que sabe escrever para todos nós que não somos juristas como, talvez, só um grande jurista, como o próprio, o saiba fazer.


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Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
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Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
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