Estudo da DNV GL conclui que as opções eléctricas ou de biocombustíveis serão viáveis para ir ao encontro dos níveis de carbono exigidos.
Paquete Funchal
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Os tempos estão a mudar e as alterações climáticas a ditar essa mudança – alguns navios que antigamente se moviam com combustíveis fósseis estão hoje em dia a ser substituídos por navios eléctricos, que para muitos países são o futuro, segundo o Safety4Sea.

 

Nesse contexto, um estudo recente da sociedade classificadora DNV GL veio comprovar a necessidade de investir em opções eléctricas ou em biocombustíveis, sob pena de não ser possível a redução necessária dos níveis de emissões de CO2 até 2040, como se espera. Pelo que se deverá recorrer a baterias marítimas e a soluções digitais, vitais para reduzir as emissões de gases de efeito de estufa, segundo o estudo.

 

Espera-se que em 2050, 39% da energia usada para navegar seja fornecida através de combustíveis neutros em carbono e 23% através de gás natural liquefeito (GNL), sendo que um terço de todos os navios terão baterias eléctricas, contribuindo assim com 5% do total.

 

Para tal, usar-se-á propulsão eléctrica, viável para qualquer tipo de navio. E os mercados mais fortes deste tipo de navios serão a América do Norte e do Sul, a Europa, a China, o Japão, o Médio Oriente e a Índia. Actualmente esta é uma aposta da Noruega, desde há três anos, quando lançou o primeiro navio totalmente eléctrico. Trata-se de um país que se encontra na vanguarda desta solução, no qual se aguarda a produção, em curso, da primeira vaga de um total de 63 navios eléctricos, e criando inclusivamente uma lei que exige que todos os ferries tenham uma solução de baixas emissões, fornecendo apoio financeiro para tal.



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