Esta foi a conclusão de um inquérito feito pela International Underwriting Association para avaliar o impacto das três tecnologias na actividade seguradora
International Underwriting Association
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Os navios autónomos e os veículos aéreos não tripulados (vulgo drones) enfrentam menos obstáculos à sua utilização do que os automóveis sem condutor, de acordo com um inquérito feito entre os seus membros pela International Underwriting Association (IUA), uma associação formada por seguradoras, para avaliar o impacto destas tecnologias sobre a actividade seguradora.

Segundo 80% dos inquiridos, estas três tecnologias estarão amplamente disseminadas e em utilização nos próximos 10 anos. Actualmente, a mais utilizada é a dos drones, tomando como referência o volume de produtos seguradores face às outras tecnologias, mas os navios autónomos têm um potencial de negócio significativo de crescimento no mercado segurador londrino. Um quarto dos inquiridos admitiu mesmo lançar produtos neste segmento de negócio.

O principal risco considerado nestas três tecnologias foi o de colisão, seguido pelos riscos de lesão corporal, morte, danos materiais e erros de sistema, respectivamente. O menor dos riscos considerados foi o de violação de direitos de autor ou propriedade industrial. Concluiu-se também que o risco colocado pelos navios autónomos é menor do que o colocado pelos drones e automóveis sem condutor, que foi a tecnologia mais sujeita a riscos entre as três analisadas.



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