Uma das mais inovadoras empresas de Marítimo-Turística do Tejo, a WaterX está em hibernação mas a preparar já também um renovado regresso ao trabalho, como nos diz João Mendonça, para quem importa, por um lado, haver um outro olhar e outra coordenação da Baía do Tejo e percebermos que a concorrência vai ser internacionalmente feroz pela conquista do regresso dos turistas.


3 comentários em “Não basta esperar, é preciso também saber fazer regressar os turistas a Portugal”

  1. Manuel F. Fernandes diz:

    Exactamente- Empunhar megafones, chamar bem alto, atraí-los por todos os meios. Com um pouco de engenho poderemos mesmo ser erguidos ao estatuto de País Campeão na Variedade de Estirpes do Corona Vírus. Chinesa, Inglesa, Brasileira, Sul Africana…. Toca a correr e angariar novas estirpes. Ninguém se pode negar a este desafio. Ninguém pode esperar pelo fim da vacinação. Agir já.

    1. Percebe-se que nao ouviu o que foi dito…

  2. João Mendonça o nosso “core business” é ligeiramente diferente, relativamente aos meios. A Troiacruze usa embarcações tradicionais em madeira, que é património marítimo local e nacional. A motivação que esteve na génese da empresa, iniciada em 1989, foi dar autossustentabilidade ao nosso património marítimo através da atividade marítima turística.
    O nosso mercado, são também as empresas e concordamos com a sua análise para este sector. Sobre o projeto de que falou relativamente à margem sul do Tejo ele é “ipsis verbis” o que também gostaríamos de “desenhar” no Rio Sado até Alcácer do Sal e também ainda não conseguimos.
    Isto só para dizer que gostei da sua apresentação e provavelmente falaremos um dia destes, pois estou convicto que há sinergias positivas entre as duas empresas.

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