Em causa está um mercado que cresce 23% ao ano e requer elevados investimentos, segundo um estudo da Market Research Engine
HHIC Phil
Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Share on LinkedInEmail this to someone

O mercado da energia das ondas e das marés, avaliado em 425,8 milhões de euros em 2014, tem tido um crescimento tal que se prevê que ultrapasse os cerca de 9,6 mil milhões de euros em 2024, expandindo-se a uma taxa anual de 23% de 2015 para 2024, de acordo com o relatório da Market Research Engine.

O mesmo relatório inclui um estudo detalhado sobre os mercados globais e regionais para vários tipos de investimento, com as justificações dadas para variações no crescimento da indústria em determinadas regiões. Este mercado tem bastantes mais-valias, por se basear num recurso convencional e regular, que acaba por desenvolver grandes projectos em pequenas áreas, gerando energia para locais remotos, sobretudo com eficiência de custos, apesar de exigir canais de financiamento e de necessitar de grandes investimentos em recursos.

Note-se que a tecnologia de energia oceânica é principalmente categorizada em três tipos: energia das marés, energia térmica dos oceanos e a energia das ondas. Para as quais são necessárias turbinas grandes e submersas, localizadas em áreas de movimento de maré alta. Essas turbinas capturam a energia cinética das marés oceânicas e produzem electricidade.



Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Próximos eventos

  1. IV Grande Conferência JEM

    Janeiro 22 - Janeiro 23
«Foi Portugal que deu ao Mar a dimensão que tem hoje.»
António E. Cançado
«Num sentimento de febre de ser para além doutro Oceano»
Fernando Pessoa
Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
Vergílio Ferreira
Só a alma sabe falar com o mar
Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
Paráfrase a Alexandre O’Neill