Para Renato Epifânio, Fundador do MIL, Movimento Internacional Lusófono e Director da Revista Nova Águia, é a Maritimidade um dos primeiros e mais cruciais elementos da Identidade da Lusofonia, em que se destaca, para surpresa de muitos, mas não de todos, Timor.
Dreadnought


Um comentário em “Identidade Marítima e CPLP”

  1. João Prates Bebiano diz:

    A CPLP vista pela esmagadora maioria dos cidadãos de todos os países envolvidos é uma ficção! è uma mera estrutura burocrática que assegura uns cargos para alguns! Conheço muito bem a maioria dos países envolvidos, nalguns dos quais vivi e no Brasil ainda tenho residência. Dizia-me umm Ministro angolano que “a CPLP foi a forma que o colonizador encontrou para se poder reproduzir”. Uma figura ao nível máximo do poder em Moçambique dizia-me que “enquanto a CPLP não tiver um conteúdo programático ao nível económico, não passa de um conjunto vazio” No Brasil é praticamente desconhecida dos cidadãos e queixava-se-me um político brasileiro “que o Brasil é o único que defende, afincadamente, o português como língua de trabalho da ONU”. Este painel tem o mérito de falar do assunto num plano interessante mas nem sequer filosófico tendo presente que a filisofia é uma ciência não experimental, rigorosa e autónoma que procura responder racionalmente aos grandes problemas da vida e do Homem!

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