A empresa apresentou o seu relatório de sustentabilidade, no qual defende as novas regras da IMO e lembra que será a primeira a adaptar um grande porta-contentores ao GNL
Hapag-Lloyd
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Até 2020, a Hapag-Lloyd espera reduzir as suas emissões de CO2 de TEU por quilómetro em 20%, face a números de 2016, conforme refere o seu mais recente relatório de sustentabilidade, intitulado «Gathering Pace Together». Com uma frota de 227 navios que transportam cerca de 12 milhões de contentores por ano, a empresa considera que este será um importante contributo para a sustentabilidade do próprio sector do transporte marítimo internacional.

A este propósito, Jörg Erdmann, da Hapag-Lloyd, referiu que em 2018, a empresa reduziu o consumo de combustível da sua frota com recurso a medidas de eficiência e diminuiu as suas emissões. Acrescentou ainda que a Hapag-Lloyd está a testar outras opções e será a primeira empresa de transporte marítimo a converter um dos maiores porta-contentores num navio alimentado a gás natural liquefeito (GNL).

O mesmo responsável admitiu igualmente que as regras da Organização Marítima Internacional (IMO) sobre o teor de enxofre nos combustíveis dos navios é necessária e que a Hapag-Lloyd está preparada para a sua entrada em vigor, a partir de 1 de Janeiro de 2020.



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