No quadro das propostas da Comissão Europeia para Totais Admissíveis de Captura (TAC) e quotas de espécies de profundidade no Atlântico Norte, foi sugerida uma aumento de 11% do limite para o goraz nos Açores
Pedro Santana Lopes
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O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia dos Açores, Gui Menezes, mostrou-se satisfeito com a proposta da Comissão Europeia (CE) de aumentar em 11% a quota de goraz para os Açores. Segundo aquele responsável, a recomendação vai ao encontro do que o Governo regional tem defendido (aumento de 10% no limite de capturas de goraz nos Açores).

Ainda de acordo com Gui Menezes, “os novos dados científicos disponíveis evidenciam a recuperação do goraz e apontam para um aumento da abundância relativa desta espécie no arquipélago” e sublinhou que as medidas de gestão tomadas para promover a recuperação desta espécie “têm dado resultado”.

O governante congratulou-se também com a proposta de terminar com um total admissível de captura (TAC) para a abrótea do alto, “atendendo ao baixo volume de capturas e por ser uma espécie de captura acessória na pesca demersal”.

Todavia, considerou excessiva a quota de imperadores e alfonsins (beryxs) proposta pela CE, lembrado que em 2017 a quota nacional para estes recursos foi dividida entre o Continente e os Açores, “permitindo que a Região passasse a gerir internamente a sua quota”.



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