Depois de Peniche, Ilha da Culatra e Aveiro, foi a vez do porto da Figueira da Foz integrar o projecto
Convenção sobre Facilitação do Tráfego Marítimo Internacional
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O projecto «A pesca por um mar sem lixo», promovido pelo Ministério do Mar e desenvolvido pela Docapesca em parceria com a Associação Portuguesa do Lixo Marinho (APLM), foi alargado ao porto da Figueira da Foz, o quarto a aderir a esta iniciativa, depois dos portos de Peniche, Ilha da Culatra (Faro) e Aveiro.

Na Figueira da Foz, a iniciativa tem a “adesão das organizações de produtores e associações do sector que operam neste porto (arrasto, cerco e pesca artesanal), tendo sido criados cinco pontos para deposição dos resíduos recolhidos em terra”, refere a Docapesca.

Participam “a Cooperativa de Produtores de Peixe do Centro Litoral, da Figpesca – Associação dos Pescadores e Armadores do Centro Litoral, da ADAPI – Associação dos Armadores das Pescas Industriais, do For-Mar, da Câmara Municipal da Figueira da Foz, da Junta de Freguesia de São Pedro e da TRIU – Técnicas de Resíduos Industriais e Urbanos, refere a empresa.

A Docapesca recorda que o projecto, destinado a reduzir os “resíduos no mar, através do apoio à adopção de boas práticas ambientais por parte dos pescadores, promovendo a valorização e reciclagem desses resíduos”, já permitiu recolher “284 m3 de embalagens (o equivalente a nove contentores marítimos de 20 pés) e 863 m3 de resíduos indiferenciados (26 contentores), num total de 1.147 m3 (35 contentores)”, nos três locais, desde que foi implementado, em 2016. Actualmente, envolve 835 pescadores, 256 embarcações, 15 entidades parceiras e oito associações e organizações de produtores.

 



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