As pretensões do Presidente Donald Trump de incentivar e aumentar as exportações de Gás Natural Liquefeito, GNL, não estão a ser bem recebidas pelos industriais Norte-Americanos.
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A primordial razão apontada na defesa de tal posição respeita ao entendimento segundo o qual tal política, a prosseguir, coloca em causa o princípio, «América Primeiro» , no que respeita ao emprego.

Nesse sentido, a respectiva Associação de Consumidores de Energia que reúne as principais indústrias Norte-Americanas, solicitou mesmo, Quinta-feira passada, uma moratória relativa novas aprovações de exportação, uma vez considerar também o baixo custo de energia como uma vantagem competitiva mundial dos Estados-Unidos neste momento que não deve ser desperdiçada.

Por outro lado, as refinarias também já manifestaram a sua oposição à intenção de incluir nas sanções a impor à Venezuela, restrições no que respeita às respectivas importação de petróleo.

No mercado dos futuros, o valor do gás natural liquefeito Norte-Americano tem vindo a subir desde o início das exportações e espera-se que suba ainda mais com abertura do terminal de Sabine Pass.

Os produtores de GNL Norte-Americanos rejeitam, porém, qualquer ideia de escassez produção que conduza em qualquer a uma qualquer possibilidade de escassez interna de fornecimento de gás natural, seja em que circunstância for.



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