O estudo do ambiente sub-aquático nos ancoradouros visa compreender o impacto das âncoras no ambiente, e está centrado numa região da Austrália, mas os seus resultados podem ser úteis à escala global.
Nova Gales do Sul
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Numa tentativa de desenvolver ancoradouros sustentáveis, a Universidade de Wollongong, na Austrália, e a NSW Ports, a autoridade portuária de Nova Gales do Sul, também na Austrália, criaram uma parceria com o objectivo de explorar opções para o ambiente sub-aquático nos ancoradouros, segundo o Safety4Sea.

No porto de Kembla, igualmente na Austrália, uma equipa está a examinar de que forma as âncoras no mar profundo afectam os ecossistemas marinhos, com a missão de encontrar áreas de alto valor de conservação, para que, trabalhando com a indústria do transporte marítimo, possam promover práticas sustentáveis neste sentido. A pesquisa tem a vantagem de poder gerar conclusões aplicáveis à escala global, com todos os benefícios que isso representaria para o ambiente.

Parte da sua missão é também mapear secções do fundo do mar perto de ancoradouros através de sondas e vídeos colocados no navio de pesquisa RV Bombora. Até agora, o estudo já revelou que os navios estão ancorados em recifes rochosos desconhecidos, que cobrem cerca de 60% do fundo do mar entre Bellambi Point e as Cinco Ilhas, na Nova Gales do Sul.



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