A mais tradicional pesca costeira em que a sardinha continua a ser a espécie dominante, não vive dias particularmente auspiciosos. É certo que as populações de sardinha têm vindo a recuperar para além das expectativas mas os barcos já pouco mais saem para o mar para além de 4 ou 5 meses e os problemas dos pescadores não recuperam ao mesmo feliz ritmo da recuperação da sardinha, como nos explica Humberto Jorge, Presidente da ANOPOCERCO (Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco).
Secretaria de Estado das Pescas

Huberto Jorge, Presidente da ANOPOCERCO, em entrevista com Jorge Alves



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