As importações de GNL, no nordeste de Ásia, atingiram recordes em Dezembro, impulsionados principalmente pela China.
Porto de Riga
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O nordeste da Ásia registou até 28 de Dezembro de 2018 20,5 milhões de toneladas de importações de gás natural liquefeito (GNL), principalmente induzido pelo impulso da China, – mais 5% do que o recorde anterior de 19,5 milhões de toneladas, obtido em Janeiro de 2018, segundo dados da consultora Refinitiv Eikon, avança o Safety4Sea.

“Quando analisamos a região, acreditamos ter sido principalmente a China quem impulsionou tal crescimento do norte da Ásia de Novembro para Dezembro”, o que se explica, provavelmente, devido aos “suprimentos que tinham reservado no início do ano para evitar uma escassez no Inverno”, explica Kittithat Promthaveepong, analista da consultora de energia FGE.

Note-se que as importações de GNL na China já tinham alcançado grandes números antes desta subida abrupta – 6,5 milhões de toneladas, 6% acima do pico anterior de Novembro – principalmente devido a orientações do Governo que fizeram com que residências e empresas alterassem o seu tipo de aquecimento para GNL, especialmente num período em que a região enfrente temperaturas mais baixas do que o habitual, para reduzir a poluição.

Na Coreia do Sul, as importações de GNL também aumentaram em Dezembro, ainda que estas tenham sido fortes em 2018 devido à manutenção de centrais nucleares e a um atraso no início de novas centrais nucleares, referiu Ken Lee, Analista da FGE.



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