De súbito, tão súbito quanto a eclosão da guerra na Ucrânia, a Europa percebeu a sua dependência energética da invasora Rússia, começando agora uma nova concomitante reflexão geopolítica e geoestratégica que Luís Almeida nos ajuda a melhor compreender em toda a sua dimensão, não sem logo deixar de chamar também a nossa atenção para as dificuldades e o tempo necessário para proceder às necessárias e consequentes mudanças.
Gazprom


Um comentário em “De Sines ao Gás Natural e aos Desafios Energéticos do Futuro”

  1. Manuel Lima Carneiro diz:

    Conversa mal encerrada no que diz respeito ao impacto dos resíduos e ao fim de vida das renovaveis e à confusão das baterias com renováveis, em contraponto com o impacto no ambiente, especialmente no mar, que o transporte ou a exploração do nosso gás teria, esse sim, a precisar de limpar sérias nuvens de fumo que foram lançadas na opinião pública. Justifica bem o complemento prometido.

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