Apesar da aparente, e por vezes até real, virtude dos Fundos Europeus, os mesmos não deixam de ser também profusamente perversos e constituir-se, inclusivamente, como terríveis efeitos de distorção de um verdadeiro mercado livre. Um momento adequado para termos isso mesmo em especial atenção.


2 comentários em “Da perversidade dos Fundos Europeus, de Nós e do Mar”

  1. Fernando Fonseca diz:

    É um imperativo Portugal abordar a criação de um Centro Tecnológico para as Indústrias do Mar, com valências nas áreas dos navios, da aquacultura, das energias do mar, da exploração de recursos marinhos. O que não colide com um centro para a ciência do mar previsto para os Açores, este mais virado para ciências da Climatologia, da Meteorologia ou da Oceanografia.
    Portugal não dispõe desta infraestrutura e se quiser ter um papel na Europa terá de a considerar seriamente.
    Á imagem das existentes na Europa, v.g., MARIN na Holanda e SINTEF na Noruega, países de vocação marítima e atlântica.
    Pessoalmente gostaria de dar um contributo para esta finalidade. Há mais voluntários?

  2. Pedro diz:

    Aqui tem um voluntário Caro Fernando Fonseca! Estou a formar uma Associação para levantar esse tipo de projetos perante o público.

    Pedro F. Correia

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