Dez anos depois de ter começado a escoltar navios em águas menos seguras do globo, a Marinha chinesa prossegue o seu desenvolvimento
Lagostim
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A poucos dias de entrar no ano que assinala sete décadas da fundação da República Popular da China, Pequim fez um balanço de uma década de esforços anti-pirataria, sublinhando o contributo da sua Marinha para a segurança marítima e com isso destacando o desenvolvimento da sua capacidade naval, referiu o Maritime Executive.

Desde que a sua Marinha enviou pela primeira vez navios para preservar a segurança marítima, em 26 de Dezembro de 2008, no Golfo de Áden e nas águas ao largo da Somália, a China escoltou 3.400 navios estrangeiros, cerca de metade do total de navios escoltados ao longo desse período.

Segundo a publicação, entre 2008 e 2011, a China empregou 10 navios de guerra construídos no seu território ao largo da Somália, aos quais se juntou a fragata Yulin, com mísseis tele-guiados e, dois anos depois, três navios de abastecimento. Paralelamente, em Julho de 2017, a China instalou uma base naval em Djibouti, a primeira base chinesa no estrangeiro, destinada a proporcionar um reabastecimento oportuno dos seus navios militares a sua manutenção e descanso às tripulações.

 



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