Nos próximos 10 anos, esta será a principal tecnologia digital para a indústria marítima, juntamente com a blockchain e a Internet das coisas
Departamento Nacional de Estatística
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O big data, a tecnologia blockchain e a Internet das coisas são os aspectos da digitalização que mais impacto terão na indústria marítima nos próximos 10 anos, segundo o Global Maritime Issues Monitor 2018, um relatório feito com base na consulta a executivos do sector em mais de 50 países sobre 17 questões.

Segundo o documento, o big data é o aspecto com maior possibilidade de se consolidar na indústria e o que mais impacto terá no transporte marítimo. Para os inquiridos, menor importância deve ser atribuída a outros aspectos da digitalização, como a inteligência artificial, a navegação autónoma e a robótica, cujo impacto só se deverá fazer sentir a longo prazo.

Em todo o caso, segundo se entende, o real valor do big data só será verdadeiramente apercebido pela indústria quando combinado com a inteligência artificial, a qual, tenderá a ser a tecnologia digital capaz de absorver e gerar mais valor para o sector num prazo de 15 a 20 anos.

Também de acordo com o relatório, das grandes questões globais susceptíveis de maior impacto na indústria marítima, destacam-se a crise económica global, as flutuações dos preços da energia e os ataques informáticos e roubo de dados. As de menos importância são a corrupção persuasiva, o aumento da pirataria e a transferência de espécies invasivas (designadamente, por via das águas de lastro).

No plano da descarbonização, o documento considera que as questões de maior impacto serão a eficiência energética, as estratégias e tecnologias escolhidas para redução de emissões e a incerteza regulatória.



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