Sabemos que «o mundo é composto de mudança», como sabemos saber haver tempos de maior, mais acentuada e rápida mudança, como estes que estamos e viver em termos de geopolítica mundial e que, de uma forma ou outra, não deixa de afectar e ter implicações sobre o Atlântico, a Europa e, evidentemente, sobre nós também.


2 comentários em “As implicações da nova geoestratégia mundial no Atlântico”

  1. Manuel Lima Carneiro diz:
  2. António Alexandre diz:

    Parabéns pelo programa.
    Tenho o entendimento que a ascensão da China terá sérias implicações para os interesses norte-americanos e para a segurança da ordem internacional liberal, em geral. Na região do Pacífico, como é consabido, sobressaem as crescentes disputas geopolíticas entre os EUA e a China, particularmente no Mar do Sul da China. Parece-me que esta conjuntura coloca o Atlântico, em termos geopolíticos globais, como retaguarda estratégica dos EUA, podendo até levar ao incremento da ponderação do triângulo estratégico português para a segurança do Atlântico.

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