O problema da insegurança marítima em África em geral e no Golfo da Guiné em particular, resulta, acima de tudo, de problemas de insegurança em terra. Nesse sentido, tendo em atenção os interesses e os envolvimentos internacionais em África, quer de um ponto de vista económico quer, por extensão, de um ponto de vista da segurança, não surpreenderá muito se, em breve, assistirmos também esquadras Chinesas e Russas a patrulharem o Atlântico e, muito em particular, a navegarem nas águas do Golfo da Guiné.


Um comentário em “Ainda havemos de ver esquadras Chineses e Russas a patrulharem o Atlântico”

  1. Álvaro Oliveira diz:

    Por enquanto, ainda há um País, apesar de pequeno (Sem contar com a Gronelândia) que tem uma Marinha de Guerra a sério e um CEMA também a valer, que protege a sua frota e as de outros países que operam no Golfo da Guiné, vejam o link abaixo:

    https://www.marinelink.com/news/denmark-send-frigate-protect-shipping-487955?utm_source=MaritimeToday-ENews-2021-05-26&utm_medium=email&utm_campaign=MaritimeToday-ENews

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Próximos eventos

De momento não existem próximos eventos.

«Foi Portugal que deu ao Mar a dimensão que tem hoje.»
António E. Cançado
«Num sentimento de febre de ser para além doutro Oceano»
Fernando Pessoa
Da minha língua vê-se o mar. Da minha língua ouve-se o seu rumor, como da de outros se ouvirá o da floresta ou o silêncio do deserto.
Vergílio Ferreira
Só a alma sabe falar com o mar
Fiama Hasse Pais Brandão
Há mar e mar, há ir e voltar ... e é exactamente no voltar que está o génio.
Paráfrase a Alexandre O’Neill