Manter a “posição como líder global de mercado em energia eólica offshore e continuar a construção na Europa, América do Norte e Ásia", é o objectivo da empresa, como explica o CEO Henrik Poulsen.
IRENA
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Uma das maiores empresas de energia do mundo, a Ørsted, anunciou recentemente a sua intenção de aumentar a sua capacidade eólica offshore de 11 GW para 15 GW, através de uma estratégia aprovada pela Administração para alcançar uma nova meta de energia.

“Esperamos que o mercado global de energia renovável mais do que triplique em 2030. Como uma das empresas líderes em energia renovável, a Ørsted tem uma forte plataforma para participar dessa construção”, referiu o CEO e presidente da empresa, Henrik Poulsen.

A partir de 2019-2025, a empresa espera investimentos brutos de aproximadamente 26 mil milhões de euros, sendo que os investimentos em parques eólicos offshore devem representar de 75% a 85% do total, e os investimentos em terra devem representar de 15% a 20%. Para 2030, a Ørsted pretende alcançar uma capacidade instalada superior a 30 GW, para “manter a posição como líder global de mercado em energia eólica offshore e continuar a construção na Europa, América do Norte e Ásia”, explica Poulsen.

Note-se que a Ørsted tem ganho uma série de projectos eólicos offshore em concursos, desde 2015 (Borssele 1 e 2, Hornsea 2, Gode Wind 3 e 4, German Cluster 1, Greater Changhua 1 e 2a e 2b e 4 e Revolution Wind). Em Setembro inaugurou oficialmente o maior parque eólico offshore operacional do mundo, Walney Extension, o primeiro projecto a usar turbinas eólicas de dois fabricantes diferentes: a MHI Vestas e a Siemens Gamesa. E está a trabalhar para reduzir o custo da electricidade produzida por turbinas eólicas offshore.

Com o objectivo de melhorar ainda mais o projecto de parques eólicos e inspirar futuros engenheiros no sector de energia verde, a Ørsted decidiu também partilhar dados da Westermost Rough com universidades que têm acesso aos seus dados, nomeadamente a DTU Wind Energy, a Universidade de Delaware, a ETH Zürich, a Universidade do Sul da Dinamarca, a Universidade Nacional de Singapura, a Universidade de Hong Kong, a Universidade de Brunei Darussalam e a Universidade de Bergen.



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