GNL
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Entre 2014 e 2020, o comércio global de gás natural liquefeito (GNL) terá crescido 50%, essencialmente devido às exportações da Austrália e Estados Unidos, refere um relatório da Shell sobre o GNL. Diz também o documento que a procura de GNL terá crescido entre 4% a 5% ao ano entre 2015 e 2030, duas vezes o ritmo da procura de gás.

A Shell refere também que em 2016 a procura global de GNL atingiu 265 milhões de toneladas, suficientes para fornecer energia a cerca de 500 milhões de lares. Desde 2015, o aumento da procura de GNL ficou a dever-se ao surgimento de seis novos importadores: a Colômbia, o Egipto, a Jamaica, a Jordânia, o Paquistão e a Polónia. No entanto, o relatório destaca o crescimento da importação chinesa e indiana, que tinham 10 importadores no princípio deste século e actualmente têm 35.

No que respeita às exportações, o grande foco foi a Austrália, onde aumentou de 29,3 para 44,13 milhões de toneladas em 2016, fortemente absorvidas pelo mercado do Médio Oriente e Ásia. Esse foi igualmente um ano marcante para os Estados Unidos, que exportou 2,9 milhões de toneladas de GNL a partir do terminal de Sabine Pass, no Louisiana.

De acordo com a previsão da Shell, entre 2020 e 2030 a maioria da nova procura de GNL será induzida pela política, unidades flutuantes de regaseificação de armazenamento, substituição das instalações produtivas de gás doméstico em declínio, produção em pequena escala e transporte. Já os preços devem continuar a ser determinados por factores como o preço do petróleo, a dinâmica da oferta e procura global do GNL e o custo das novas instalações para GNL.



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